Vivendo e aprendendo

Friday, July 14, 2006

Chegamos ao final da etapa presencial...
Uma semana bem produtiva e enriquecedora.
Hoje trabalhamos com a ferramenta Wiki.
Considero de grande relevância tal ferramenta, levando-se em consideração a construção coletiva e colaborativa que ela proporciona.
Nosso enfoque de trabalho para postagem foi a questão: Quais as possíveis associações que podem existir entre as substâncias presentes no cigarro e no café?
A partir da aplicação da ferramenta Wiki, nosso grupo conseguiu construir a página, contendo as certezas provisórias e as dúvidas temporárias, o mapa conceitual e os links.
Vale a pena acessar nossa construção colaborativa!
É só acessar o endereço http://proavirtualpr.pbwiki.com/, dirigir-se ao item Projetos de Aprendizagem, subitem Questões candidatas à "Questão de Investigação", turma 05, Grupo 10 Projetos.
Estamos abertos às apreciações, sugestões ou críticas.
Afinal, cada dia vamos vivendo e aprendendo...

Thursday, July 13, 2006

A cada dia, uma novidade...
A cada dia, uma nova aprendizagem...
Trabalhar com mapa conceitual é um desafio. Requer muita reflexão.
Desde o dia 10/07, estamos trabalhando com mapas conceituais.
É uma ferramenta de aprendizagem interessantíssima e instigante. Desconhecida por mim.
A construção em grupo também é um tanto quanto desafiadora. Demanda compreensão, atenção, respeito e coerência.
A primeira atividade sobre mapa conceitual que fizemos baseou-se na discussão sobre os conceitos relacionados a Projeto.
Ontem, dia 12/07, progredimos mais ainda na questão dos mapas conceituais. A leitura de textos do ambiente e-ProInfo, que me conduziram aos princípios piagetianos do construtivismo, provocaram uma reflexão e um questionamento.
Novamente, o desafio estava lançado - a construção de outro mapa conceitual.
Dessa vez mais abrangente, ou seja, o assunto versava sobre Projeto de Aprendizagem.
É notória a construção coletiva e gradativa que estamos vivendo a cada momento. Vibro com os avanços que eu e o meu grupo estamos alcançando.
No espaço da escola, no âmbito nacional, podemos constatar a realidade da forte presença das perguntas com respostas já prontas. Nossos alunos, quando apresentados a uma forma diferente de trabalho, ficam estagnados diante da muralha das dificuldades.
Muitos de nós, diria a maioria, foi sujeito dessa formação.
Ao constatarmos essa realidade, temos o compromisso de tentar fazer a nossa parte, como educadores que somos.
Nossa prática deve se basear na estimulação de boas perguntas para conseguir boas respostas. O exercício da reflexão se intensifica cada vez mais.
Os alunos não são meros expectadores, mas autores. Os professores não são meros autores, mas colaboradores e também aprendizes.
O desafio ao qual fomos submetidos na tarde de ontem (12/07) nos fez pensar e pensar. Uma atividade intrigante e estimuladora que fez emergir de nós o espírito criador, derrubando as barreiras do comodismo pensante e do mesmismo insignificante.
A cada dia, uma etapa desafiadora.
E agora, o que virá pela frente? Uma pergunta desafiadora.

Tuesday, July 11, 2006

Olá, pessoal! Sou a professora Claudete Satiko Fukuzaki.
Natural de Uraí (norte do Paraná), conclui o curso de graduação em História na Universidade Estadual de Londrina, em 1993.
De 1987 a 1996 atuei numa escola particular, iniciando a carreira do Magistério com os pequenos da primeira série. O contato com as crianças das séries iniciais do Ensino Fundamental e da quinta a oitava, proporcionou-me uma significativa e rica experiência.
Em 1996, assumi um cargo efetivo, atuando numa escola de Ensino Profissionalizante.
No ano seguinte, assumindo outro cargo efetivo, pedi remoção e mudei-me para o Sudoeste do Paraná, fixando residência até o ano de 2005 no município de Nova Esperança do Sudoeste.
No mês de setembro de 2005, ingressei na Coordenação Regional de Tecnologia na Educação (CRTE) em Dois Vizinhos.
Estou vivendo uma fase espetacular de conhecimento e aprendizagem. A pesquisa e a interação com outros assessores e professores proporcionam-me uma enome satisfação.
Acredito na melhoria da qualidade de ensino na escola pública. Acredito na seriedade e compromisso dos verdadeiros educadores que não medem esforços para que isso se torne realidade.

Refletindo...
Vivendo e aprendendo...

A expressão "vivendo e aprendendo" é bem reflexiva em nossas vidas.
Desde que viemos ao mundo, nossa vida é marcada por constantes aprendizagens.
Podemos afirmar que a aprendizagem está vinculada à nossa existência.
Não estou aqui cristalizando que aquelas pessoas que não têm condições de aprender estejam à margem da humanização.
Retrato de maneira geral a aprendizagem. Das coisas mais básicas às mais sofisticadas.da aprendizagem
Através da aprendizagem, o homem foi conquistando espaço e história.
Hoje estamos num processo acelerado de tecnologias. Não podemos negá-las em nosso dia-a-dia.
As tecnologias devem ser utilizadas em prol da humanidade, sem se perder de vista os sentimentos que cada ser humano agrega dentro de si.
Esse ser humano, maravilhoso por sua capacidade de constantemente aprender e ensinar, interagir e modificar, pode fazer maravilhas com o uso das tecnologias.
A medicina que o diga. A educação também. E outros setores.
As escolas devem usufruir desses recursos fantásticos, visando a melhoria da qualidade de ensino.
O espaço da escola não pode ficar alheia à realidade. Se não correríamos o risco de reproduzir sempre aquele panorama trágico: a velha e tradicional escola com seus arcaicos recursos e concepções no meio de uma sociedade em desenvolvimento.da aprendizagem
A escola não pode ser aquele mesmo espaço semelhante ao da "Sociedade dos Poetas Mortos", um ambiente de apatia, repetição, conservadorismo e leis severas.
Nossas crianças e jovens estão sedentos de criatividade, dinamismo e movimento.
Aproveitar as oportunidades de fomentar talentos é uma atitute sábia.
Entretanto é preciso que a escola saiba interagir nesse mundo de informações, de tantas diversidades e contradições.
Os educadores só fazem a diferença na medida em que promovem uma comunicação de entendimento no âmbito do conhecimento.
Mais do que meros expectadores, nossas crianças e jovens precisam ser sujeitos. Sujeitos de sua própria história. Críticos e transformadores conscientes e éticos.
O uso apropriado das tecnologias de informação podem promover uma transformação na escola. As taxas de evasão e repetência poderão ser reduzidas ou erradicadas, procurando-se um resultado eficaz na aprendizagem.
Por acreditar no uso das tecnologias na sala de aula é que estou realizando as pesquisas. E tenho uma oportunidade ímpar como Assessora da Coordenação Regional de Tecnologia na Educação (CRTE).
Ao iniciar a Especialização em Informática na Educação pela UFRGS, minha expectativa é enorme. As ferramentas com as quais já tivemos contato são fantásticas e me fazem constantemente refletir sobre seu uso na sala de aula.
O exercício do mapa conceitual levou-me à reflexão das suas propriedades. É uma ferramenta que leva ao raciocínio, à construção coletiva e colaborativa, à troca de idéias.
Outra ferramenta significativa é a que estou usando nesse momento: o Blog. Compartilhar idéias e produzir é algo também fantástico.
Vivemos sempre aprendendo, pois "navegar" é preciso!